
Um momento repleto de informação sobre os desafios de empreender na região amazônica e trajetórias inspiradoras trouxeram para os participantes do Seminário Online “Eu, Founder de Startups na Amazônia”, uma visão mais assertiva de quem empreende na região, na noite de terça-feira, dia 29.
Ao escolher uma região cheia de particularidades, desde a necessidade de uma exploração mais sustentável dos recursos naturais, até os obstáculos logísticos e estruturais que precisam ser vencidos, esses empreendedores já são inovadores, ressaltou o gestor de Startups e Bioeconomia do Sebrae Roraima, Luã Andrade.
Precisamos estar cada vez mais conectados na região amazônica e fortalecer essas conexões pois temos uma imensidão verde que precisa de inovação afirmou Luã.
Essa premícia esteve presente nas falas dos cases, Juliana Nunes da Açaí Maps, Clarice Carvalho, Ceo da Antibiose, Mori Alexandre da Floresta Hub e Amaury Cerqueira da Treeback, que compartilharam experiências com os participantes. Cada um representou alguma localidade da região Norte como Amapá, Acre, Rondônia e Roraima.
A experiência é fantástica e ramifica o empreendedorismo e inovação com produtos da floresta proporcionando conexões com outros empreendedores e oportunidade de divulgar nossas iniciativas, como também de inspirar outras ideias inovadoras aqui na Amazônia, pontuou Juliana Nunes do Açaí Maps.
Durante o Seminário foi destacado que além dos desafios dessa jornada, também há oportunidade de crescimento. “A Amazônia precisa ter protagonismo colocando em evidência suas particularidades, precisamos com nossos negócios transformar, impactar e trazer recursos para a nossa região”, orientou Mori Alexandre.

Entre as orientações dadas aos participantes estão: a busca de conhecimento, uma vez que é preciso entender as técnicas que funcionam para a localidade, o ouvir os futuros clientes do seu negócio com o pensamento de que a startup nasce para curar uma dor que existe no mercado.
“Eu vim em busca de compreender como está a inovação nesse contexto amazônico e buscar inspiração com esses mentores incríveis” compartilhou Fernando Lima, da startup Bv Pride voltada em auxiliar o público LGBTQIAPN+ a fazer viagens via app de transporte de forma personalizada e segura.
Os participantes, de forma unânime, afirmaram que o momento foi inspirador, gerou conexão e possibilidade de novos negócios. O Fabrício Soares entrou no seminário motivado a aprender com as experiências das startups e entende o momento como essencial para troca de saberes.
Faz tempo que gosto da área ambiental e unir essas duas coisas é algo transformador. Tenho ideias individuais de outras empresas a serem lançadas, mas atualmente faço parte da equipe que compõe a startup em construção chamada Greencycle contou Fabrício.
